Boletim nº 51 - 05 de Setembro de 2021

ANUNCIANDO O DEUS DESCONHECIDO

ATOS 17.16-34

por Rev. Renato Souza Prates

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            Um dos cuidados que precisamos ter quando tratamos de Missão é a visão unilateral da mesma. No Brasil temos a tendência de confundir Missão com ação social. Embora a missão possa e deva incluir a assistência aos mais necessitados, ela é mais do que isto. A missão é o mandato de Jesus Cristo para pregar o Evangelho a toda a criatura, de todas as raças e contextos sociais e econômicos. Neste sentido, a missão não se realiza apenas em comunidades carentes do brasil, em tribos indígenas, ou na África. A missão também deve ocorrer em cidades, sejam elas pequenas ou grandes e importantes metrópoles.

            Este é o perfil missionário do Apóstolo Paulo. Quando você observa as suas viagens missionárias, você perceberá que Paulo vai a grandes cidades, cidades importantes! Vai causar um reboliço ali, para que o Evangelho se espalhe pelo mundo inteiro! E este é o caso de Atenas!

  • Paulo chega a Atenas com a ajuda dos irmãos de Bereia, que o fizeram fugir de uma perseguição causada pelos judeus de Tessalônica.

  • Provavelmente Paulo esperava por Silas e Timóteo, que vinham de Beréia, para iniciar a pregação do Evangelho em Atenas.

  • Contudo, ele não suportou a idolatria vigente na cidade, e iniciou seu ministério ali discutindo nas Sinagogas e com os gentios. O verbo usado para discutir o Evangelho aqui é διαλέγομαι, que também significa “Pregação”.

  • Atenas era uma bela e cultural cidade Grega, famosa pelos seus dias de glória, como capital cultural do Século IV a.C, cujo orgulho e saudosismo ainda estava no ar nos dias apostólicos.

  • Contudo, a cidade de Atenas era sufocada por ídolos! palavra “idolatria” (kateidolos, em grego) é um adjetivo que não aparece em nenhum outro lugar no Novo Testamento. Kateidolos, literalmente, significa “cheio de ídolos” (kata, “cheio”, e eidolon, “ídolo”).

            Petrônio, um escritor contemporâneo na corte de Nero, ironizou sarcasticamente que era mais fácil encontrar um deus em Atenas do que um homem. Estima-se que a população de Atenas durante os dias de Paulo era de apenas 10.000. Mas, havia cerca de 30.000 estátuas públicas associadas à idolatria. Havia mais estátuas dos deuses em Atenas do que em toda a Grécia. Xenofonte refere-se a Atenas como “um grande altar, um grande sacrifício”. Muitas dessas estátuas eram cobertas de ouro, nenhuma despesa era poupada na produção das imagens.

  • A coroa da cidade de Atenas era o Partenon, dedicado à deusa Atena. Ainda hoje, pessoas de todas as partes do mundo visitam as ruínas do Partenon e contemplam suas magníficas colunas.

  • A estratégia de Paulo era pregar aos judeus na Sinagoga e onde as pessoas se aglomeravam, neste caso no mercado.

  • Ele estava diante de um desafio talvez jamais enfrentado em seu ministério.

 

DEUS TAMBÉM NOS CHAMA PARA PREGAR EM CONTEXTOS URBANOS – GRANDES CIDADES

            Atenas, em seu auge nos séculos IV e V a.C., era a maior cidade do mundo e talvez nunca tenha sido igualada desde então.

            Os estudantes se reuniam para sentar-se aos pés dos filósofos Sócrates, Platão e Aristóteles.

            Entendemos que assim como Deus envia trabalhadores para contextos selvagens, áreas de conflito e países socialmente carentes, ele também envia missionários para grandes metrópoles para pregar o Evangelho, num contexto tão desafiador quanto uma tribo indígena. A missão intercultural me fascina, porque ela não tem fronteiras!

            John Stott escreveu há cerca de quarenta anos, que esta passagem bíblica responde ao tipo de perguntas que estão sendo enfrentadas pela igreja pós-moderna; perguntas como: “Qual deveria ser a reação de um cristão que visita uma cidade que é dominada por ideologias ou religiões não cristãs, uma cidade que pode ser esteticamente magnífica e culturalmente sofisticada, mas moralmente decadente e espiritualmente morta? Como devemos reagir e responder a ideologia não-cristã? Como cristãos, como é que vamos responder a tal ceticismo?

            Estes são os desafios encontrados pela igreja no contexto urbano.

            Este texto bíblico vai nos ensinar muito sobre como ser missão na cidade de Macaé, que é cheia de idolatria, espiritismo, misticismo, secularismo e evangelicalismo!

            Os epicureus eram seguidores de um filósofo grego chamado Epicuro (342- 270 a.C). De acordo com Epicuro, o objetivo principal da vida é atingir o máximo de prazer e a quantidade mínima de dor. Assim, os epicureus não acreditavam na vida após a morte nem mesmo no julgamento final. Para eles, ou os deuses não existiam ou não exerciam influência alguma nos seus negócios.

            Os estoicos eram discípulos do pensador Zenão (332-260 a.C.). Os estóicos eram panteístas e fatalistas e acreditavam que forças impessoais controlavam todas as circunstâncias da vida. Assim, na filosofia estóica não havia esperança. Não havia para onde correr. Eles acreditavam que o suicídio era melhor do que uma vida vivida com menos dignidade.

            Quando os filósofos encontraram Paulo, eles começaram a discutir com ele, do grego συμβάλλω (Conferir). Alguns perguntaram: O que esse tagarela está tentando dizer? A palavra “contender” (sumballo, em grego) significa “encontrar-se, num sentido hostil, lutar com alguém”. Já a palavra “tagarela” (spermologos, em grego) significa literalmente “plagiador” ou “apanhador de grãos”, e era usada em relação a várias espécies de pássaros que se alimentam de grãos. Era usada para descrever mestres que, não tendo ideias próprias, acabavam plagiando os outros, apanhando opiniões de vários autores e formando uma verdadeira colcha de retalhos. É um termo de escárnio equivalente a “caipira”, ou (como declarou Eugene Peterson) um “cabeça oca”. Foi um grande insulto!

            Mas eles foram atraídos pelo discurso de Paulo que tinha como o tema: Jesus e a Ressurreição. É provável que os gregos já tivessem conhecimento de Jesus, mas não da sua ressurreição, cujos boatos criados pelos judeus eram diversos, inclusive do roubo do seu corpo no túmulo.

AO PREGAR EM CONTEXTO URBANO, MUITOS DONOS DA VERDADE VÃO ZOMBAR DE NÓS!

            Vamos lidar com gente que se acha filósofo, que são filósofos e que gostariam de ser filósofos. Estes vão acreditar em qualquer outra fantasia, mas não acreditarão no Evangelho. Eles vão escarnecer e zombar de nós e da nossa pregação! O que fazer?

            Continuaremos pregando, como fez Paulo, crendo que alguém será tocado pelo Evangelho.

            A mensagem de Paulo causou tanta agitação entre os epicureus e os estóicos que eles o levaram perante o Areópago, o principal conselho legislativo e judicial de Atenas. A mensagem chamou a atenção dos intelectuais e curiosos atenienses!

            Nossa mensagem precisa chamar a atenção das pessoas!

            Quando imaginamos Paulo em pé diante desse tribunal, devemos lembrar o que sabemos sobre sua vida. Ele era judeu, na verdade, um fariseu, hebreu dos hebreus, aluno do grande mestre Gamaliel. Ele era especialista nas Escrituras Hebraicas. Além de judeu, ele era cidadão romano. E com sua cidadania romana, ele tinha habilidade especial em assuntos seculares que pertenciam aos romanos, conhecimento especial dos militares e da política. Ele nasceu em Tarso, uma das três grandes cidades universitárias do mundo romano, sendo as outras duas Atenas e Alexandria no Egito. Tarso foi tremendamente influenciada pela cultura grega.

            Assim, Paulo era um judeu helenista, ele foi exposto à arte e à filosofia grega. E além de tudo isso, Paulo era um servo do Deus Altíssimo, cheio do Espírito e coragem. Ele foi o homem que Deus chamou para levar o Evangelho aos gentios.

            Paulo foi estratégico na introdução do seu sermão. É como se ele estivesse dizendo: “Nós temos um ponto em comum. Somos religiosos. Deixe-me dizer-lhes sobre o Deus que eu adoro e sirvo”. Em seguida, Paulo começou a falar sobre o Deus vivo e verdadeiro aos atenienses. Tendo estabelecido que Deus existe e pode ser conhecido pelos homens, Paulo compartilhou algumas verdades fundamentais sobre Deus.

PRECISAMOS INTRODUZIR NOSSA MENSAGEM COM SABEDORIA

            Entrar abruptamente e com pressa na apresentação do ponto principal pode assustar ou criar uma resistência desnecessária à pregação do Evangelho. O próprio Jesus usou diversas ilustrações do que pretendia comunicar. Paulo falou sobre a religiosidade grega para introduzir sua mensagem. Precisamos desta sabedoria!

            Paulo começa declarando que existe um só Deus e único que criou todas as coisas. Este é o ponto de partida dado por Deus para o evangelismo - que Deus, pessoalmente e propositadamente, criou todas as coisas. É também o ponto final lógico do culto cristão. Romanos 11.36 nos lembra que a criação leva à doxologia: “Dele e por meio dele e para ele são todas as coisas”.

            A afirmação ousada de Paulo de que Deus criou o mundo e todas as coisas era uma verdade poderosa e perturbadora para os atenienses ouvirem. Isso era contrário aos epicureus, que acreditavam que a matéria era eterna e, portanto, não tinha criador, e aos estóicos, que, como panteístas, acreditavam que tudo fazia parte de Deus. Este era um dos problemas fundamentais em Atenas. Eles realmente não acreditavam que Deus criou os céus e a terra.

            Paulo prossegue dizendo que Deus é o dono de tudo que criou.

            E que Deus não habita em santuários feitos por mãos humanas. Uma assertiva direta aos gregos, que construíam altares caríssimos aos seus deuses!

 DEVEMOS ANUNCIAR O DEUS CRIADOR NA CIDADE

            A cultura urbana está impregnada pelo evolucionismo. Por isto, anunciar que há um Deus criador de tudo, significa ser ridicularizado academicamente e particularmente por um “TEORIA”, que como qualquer outra necessita de comprovação científica. Uma das alternativas para isto é outra teoria chamada de “Designer Intelligent”, que nasceu nos Estados Unidos, e que através de argumentos científicos procura demonstrar que há uma mente criadora por trás do universo. Diversas escolas e universidades no Brasil já promovem congressos com este tema!

            Existem também diversos argumentos razoáveis no criacionismo, mas a crença no Deus criador é acima de tudo um ato de fé, dada pela próprio Deus ao coração que recebe Sua Palavra! Por isso, precisamos pregá-la, com sabedoria, em qualquer contexto!

            “Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais” (At 17.25).

            O segundo ponto de Paulo é que Deus é o sustentador de todas as coisas. Deus não apenas criou, mas cuida da criação. Deus sustenta Sua criação. Paulo aponta o absurdo de imaginar que Deus, o criador e governante do universo, deveria ser servido por mãos humanas, como se precisasse de alguma coisa (cf. Jó 22.2-3).

            Os ouvintes de Paulo tinham o hábito de apresentar oferendas de carne e ofertas de bebida nos templos sob a crença supersticiosa de que eram devorados pelos deuses. A idolatria, portanto, é irracional. Sem Deus nada podemos! Mas, em vez de adorar ao Deus Criador, os atenienses adoravam a criação e glorificam a si mesmos (Rm 1.18-25). Não podemos servi-Lo desta maneira, mas Ele enviou seu Filho para nos servir (cf. Mc 10.45)

DEVEMOS PREGAR O DEUS PROVEDOR NA CIDADE

            Mesmo quando tivermos de lidar com situações de carência social na cidade, juntamente com um prato de comida ou doação qualquer, devemos apresentar Aquele que providenciou tal recurso!

            “de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação” (At 17.26).

            Deus não é apenas o governante soberano do universo, mas também o controlador dos assuntos e destinos dos homens e das nações. O Deus da criação também é o Deus da história e da geografia! Paulo declara que Ele fez de um (Adão) toda a humanidade para viver em toda a face da terra. Essa afirmação foi um golpe para o orgulho nacional dos gregos, que se referiam desdenhosamente aos não-gregos como “bárbaros”.

DEVEMOS ANUNCIAR O DEUS SOBERANO NA CIDADE

            Será difícil apresentar um Deus que a tudo governa para mentes que observam a corrupção, a injustiça e a violência todos os dias! Ao apresentar o Deus soberano, não esqueçamos de apresentar a natureza humana, pecadora, caída e que carece de disciplina divina o tempo inteiro!

            Ele é o Deus que se revela “para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós” (At 17.27).

            A atividade providencial de Deus como criador, provedor e soberano deve levar os homens a buscá-Lo. Em tudo o que Ele fez ao criar e sustentar o universo, Deus se revelou à humanidade. Tal auto-revelação deveria encorajar os homens a tatearem por Ele e O encontrarem. Embora soberano (At 17.24), Ele também é imanente e não tão distante que não pode ser encontrado. A revelação natural de Deus na consciência humana (Rm 2.14-15) e o mundo físico deixa todos os homens sem desculpa (Rm 1.18), visto que Ele não está longe de cada um de nós. Mesmo aqueles que nunca ouviram o evangelho ainda são responsáveis perante Deus por falhar em viver de acordo com a revelação natural.

DEVEMOS ANUNCIAR O DEUS QUE SE REVELA AO SER HUMANO

            Devemos pregar ao mundo que Deus está interessado em ter um relacionamento profundo e verdadeiro com cada pessoa. Este relacionamento foi possível pelo sacrifício de Cristo, que rasgou o véu da separação religiosa do templo.

            “pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração” (At 17.28).

            A maioria dos comentaristas acredita que Paulo estava citando poetas gregos. Os gregos certamente não podiam alegar ignorância. Até mesmo seus poetas reconheciam a revelação de Deus na natureza. O poeta Epimênides observou que “pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos”, enquanto Arato, da região natal de Paulo, a Cilícia, acrescentou: “Porque também nós somos Seus filhos”. Essas citações ilustram a revelação universal de Deus como criador, governante e mantenedor. Enquanto Paulo poderia facilmente ter comprovado essas verdades do Antigo Testamento, ele escolheu, em vez disso, ilustrações familiares à sua audiência pagã, que não estavam familiarizadas com as Escrituras. Paulo estava usando citações dos poetas gregos para refutar a visão ateniense da natureza de Deus.

DEVEMOS ANUNCIAR QUE A VIDA SÓ EM POSSÍVEL EM DEUS

            Agora tente prender o ar por 3 minutos....Díficil não é?

            Isto demonstra que somos criaturas totalmente dependentes de Deus para viver! É isto que temos de mostrar ao mundo!

            Ao encerrar sua mensagem, Paulo declara que durante séculos, Deus mostrou-se paciente com o pecado e com a ignorância dos homens (cf. At 7.4.16; Rm 3.25). Isso não significa que os homens não eram culpados (Rm 1.7 9, 20), mas apenas que Deus reteve sua ira. Ao longo do tempo, os homens foram responsáveis pela revelação geral dada a eles; agora com a proclamação mundial do evangelho, os gentios também são responsáveis pela revelação especial. Os atenienses deveriam se arrepender. Paulo utiliza a palavra “arrependimento” em seu sentido etimológico, “mudar a mente”. Eles deveriam mudar de ideia sobre quem era Deus. Ele não é um ídolo feito por mãos humanas, mas o Criador, Sustentador e Senhor de tudo.

            Os atenienses deveriam se arrepender porque o julgamento estava próximo. “porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos” (At 17.31). Isso significa que desde que a revelação verbal de Deus está agora se estendendo a toda a terra, a ira de Deus está sendo derramada sobre todos os que rejeitam o Evangelho. Paulo diz que Deus julgará o mundo “por meio de um varão (homem) que destinou”. Quem é esse homem? O Senhor Jesus Cristo é o juiz de todos os homens. Crer em Cristo leva à salvação; não crer em Cristo leva à destruição. A revelação natural é insuficiente para salvar e serve apenas para atrair homens a Deus. Não há salvação à parte de Jesus Cristo (At 4.2).

DEVEMOS ANUNCIAR QUE CRISTO É O SALVADOR DO MUNDO!

            Seja qual for nossa introdução de pregação e desenvolvimento, a conclusão é sempre CRISTO – O SALVADOR DO MUNDO! Não deixe de declarar isto, mesmo que sua mensagem seja rejeitada, a Palavra do Senhor não voltará vazia!

            Os atenienses que ouviram o sermão de Paulo tiveram três reações:

            Alguns escarneceram, outros se interessaram e um pequeno grupo aceitou a pregação de Paulo. A resposta à mensagem de Paulo era previsível, considerando o desprezo que seus ouvintes expressaram anteriormente ao chamá-lo de “tagarela” (cf. At 17.18). O desejo de Paulo era o arrependimento, antes que fosse tarde demais.

            Dentre os que se converteram estavam Dionísio, um membro do Areópago, obviamente, ele era um homem de muita influência em Atenas. Lucas também menciona uma mulher chamada Damaris (At 17.34). Isso em si é fascinante porque as mulheres normalmente não podiam participar das discussões no Areópago. Ela, certamente, era uma mulher nobre porque foi destacada por Lucas.

            Platão contou uma história sobre um filósofo grego chamado Thales, que viveu cerca de um século e meio antes dele. O filósofo estava andando por uma estrada olhando para o alto, estudando as estrelas, quando tropeçou em um poço. Após ouvir seus gritos de socorro, uma criada puxou-o para fora. Thales disse que estava tão ansioso para saber sobre as coisas do céu, que não conseguiu ver o que estava debaixo dos seus próprios pés.

            Que Deus nos ajude a declarar o Evangelho onde quer que estejamos - na igreja, no mercado, na universidade, em nossa família, e em qualquer outro lugar. Devemos levar o Evangelho à nossa “Atenas”. Agora, não podemos compartilhar o que não temos. Sendo assim, você conhece Jesus pessoalmente? Você já confiou nEle como Salvador e Senhor? Você já abriu seu coração para Ele?

O Melhor Convite Que O Homem Pode ReceberQuarta Palavra
00:00 / 32:22

Aos domingos, as mensagens são diferentes, selecionadas de outras fontes. Hoje, uma palavra de instrução do Reverendo Hernandes Dias Lopes sobre o melhor convite que o homem pode receber.

Pedidos de Oração

​​​

Pelo fim da pandemia.

Pela chegada do Rev. Renato e Juliana.

Pelo Conselho.

Pela Junta Diaconal.

Pelos Ministérios da Igreja.

Pelos enfermos.

Pelos desempregados.

Pelas Missões.

Pela cidade de Macaé.

Pelo Estado do Rio.

Pelo Brasil.

Pelos afastados do Evangelho.

Pelos novos crentes.

Pelos perdidos.

Renião de Oração

Toda Sexta-feira, 6:00 h

Responsáveis:

Presb. Anderson

Cláudia

Lucília

08/09 Dinazil de Souza Gomes Domingos

09/09 Bruno da Cruz Santos

11/09 Marcos Ramos Lucas

14/09 André Medeiros Armond

24/09 Claudia Gomes Pregione

26/09 Josemar Tadeu Fuligne Ferreira

27/09 Breno Ferreira Clen Pregione

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